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Alopecia Androgenética

A forma mais comum de queda de cabelo progressiva e hereditária

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Informações Práticas

PRP Capilar / PRF Capilar; Mesoterapia Capilar; Transplante Capilar; Tratamento farmacológico.

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alopecia androgenética

Sobre a Alopecia Androgenética

O que é a Alopecia Androgenética?

A alopecia androgenética é a forma mais comum de queda de cabelo progressiva e hereditária. Afeta tanto homens como mulheres, embora se manifeste de forma diferente em cada sexo.

Quais as causas da Alopecia Androgenética?

A principal causa da alopecia androgenética é a predisposição genética associada à ação da di-hidrotestosterona (DHT), uma hormona derivada da testosterona. A DHT atua sobre os folículos capilares sensíveis, levando à sua miniaturização progressiva. Isto resulta num afinamento gradual dos fios, até que o folículo deixa de produzir cabelo visível.

Tipos de Alopecia Androgenética

Em homens

Conhecida também como “calvície de padrão masculino” (male pattern baldness), é classificada pela Escala de Hamilton-Norwood, que descreve estágios da perda capilar.

Padrões principais:

  1. Tipo I: Recuo mínimo da linha frontal do cabelo.

  2. Tipo II: Recuo mais visível nas têmporas.

  3. Tipo III: Entradas mais profundas, visíveis na linha da testa.

  4. Tipo IV: Perda significativa no vértice (coroa) e nas têmporas.

  5. Tipo V a VII: Perda extensa em topo e vértice, até restar apenas uma faixa de cabelo nas laterais e parte posterior.

Em mulheres

Contrariamente ao que acontece nos homens, nas mulheres raramente há calvície total. A perda é mais difusa. É classificada pela Escala de Ludwig ou Escala de Savin.

Padrões principais:

  1. Tipo I: Afinamento discreto no topo da cabeça.

  2. Tipo II: Afinamento mais notável, com alargamento da risca central.

  3. Tipo III: Perda capilar intensa, com áreas visivelmente calvas.

Tratamento da Alopecia Androgenética

Tratamento Farmacológico

O tratamento farmacológico da alopecia androgenética tem como principal objetivo travar a miniaturização progressiva dos folículos capilares e, sempre que possível, estimular o crescimento de cabelo novo.

A escolha do tratamento mais adequado dependerá sempre da avaliação individual feita pela dermatologista, tendo em conta o grau de evolução da alopecia, o sexo, o historial clínico e os possíveis efeitos secundários.

Consoante a avaliação médica, a dermatologista poderá recomendar a combinação do tratamento farmacológico com uma das abordagens complementares indicadas abaixo.

PRP/PRF Capilar

Este tratamento utiliza componentes do próprio sangue do paciente, nomeadamente plaquetas e fatores de crescimento, que são injetados no couro cabeludo. No caso da alopecia androgenética, o PRP ou o PRF promovem a regeneração dos folículos capilares ainda ativos, retardando a progressão da miniaturização folicular e estimulando o crescimento de cabelo mais espesso e saudável. É particularmente eficaz nas fases iniciais e intermédias da condição.

Mesoterapia Capilar

A mesoterapia capilar consiste na aplicação de microinjeções com um cocktail de substâncias ativas diretamente no couro cabeludo. Para a alopecia androgenética, são utilizadas formulações com fatores de crescimento, vitaminas, aminoácidos e substâncias que bloqueiam a ação da hormona DHT. Este tratamento ajuda a nutrir e revitalizar os folículos capilares, prolongando a fase anagénica (de crescimento) dos fios e travando o avanço da queda.

Transplante Capilar

O transplante capilar é indicado para casos de alopecia androgenética com perda significativa de cabelo, especialmente quando os tratamentos médicos conservadores não são suficientes. Neste procedimento, folículos capilares de zonas dadoras (normalmente a nuca) são transplantados para as áreas afetadas pela queda. É importante salientar que o transplante capilar não trata a causa da alopecia. Ele permite apenas recuperar o volume capilar em zonas já afectadas, sendo essencial manter um tratamento médico complementar para preservar os folículos nativos.

Haverá sempre lugar a uma avaliação dermatológica especializada, de forma a podermos indicar-lhe a solução mais adequada para o seu caso específico (que poderá ser uma das soluções mencionadas acima ou outra que a dermatologista considerar adequada).

Perguntas Frequentes

Os sintomas mais comuns da alopecia androgenética variam entre homens e mulheres, mas seguem padrões típicos. Aqui estão os principais:

 

Nos Homens:

  • Recuo da linha frontal do cabelo (entradas nas têmporas).
  • Afinamento do cabelo no vértice (coroa).
  • Padrão em “M” ao longo do tempo.
  • Progressão lenta e contínua, muitas vezes iniciando na adolescência ou início da idade adulta.

 

Nas mulheres:

  • Diminuição difusa da densidade capilar, especialmente no topo do couro cabeludo.
  • Preservação da linha frontal do cabelo.
  • Alargamento da risca central (padrão de Ludwig).
  • Queda acentuada durante fases hormonais, como pós-parto ou menopausa.

Um estudo hospitalar realizado na Turquia que analisou 954 pacientes (419 homens e 535 mulheres), encontrou:

  • Prevalência em homens: 67,1%
  • Prevalência em mulheres: 23,9%

A prevalência e a gravidade da alopecia androgenética aumentaram com a idade em ambos os sexos. Por exemplo, em homens com mais de 70 anos, a prevalência foi de 94%, enquanto em mulheres na mesma faixa etária foi de 50%. O estudo também observou uma correlação significativa entre a alopecia androgenética e a história familiar da condição.

Não. Trata-se de uma condição crónica e progressiva, mas pode ser controlada com tratamentos adequados que retardam a queda e estimulam o crescimento capilar.

Depende do estágio da queda e das características individuais de cada paciente. Deverá realizar uma avaliação personalizada para que um dos dermatologistas da Living Clinic (especializados queda de cabelo) possam planear o tratamento mais eficaz para o seu caso particular.

Não necessariamente. Ambos os tratamentos ajudam a melhorar a densidade capilar e a preservar os folículos existentes, mas não recuperam zonas onde o folículo já desapareceu. Nestes casos, o transplante pode ajudar a recuperar o volume capilar, mas é fundamental lembrar que este não trata a causa da alopecia. Deve ser sempre complementado com tratamentos que controlem a progressão da doença.

Não. Os tratamentos requerem tempo para surtir efeito. Geralmente, os resultados costumam ser visíveis 3 a 6 meses após as primeiras sessões. Este período pode variar de pessoa para pessoa e consoante o tipo de tratamento.

Sim. A perda de até 100 fios por dia é considerada normal. Quando a queda se torna mais intensa ou persistente, deve ser avaliada por um profissional.

Embora a causa subjacente seja a mesma, a manifestação da alopecia androgenética difere significativamente entre homens e mulheres:

Nos homens, a queda de cabelo segue geralmente um padrão bem definido, com o recuo das entradas frontais e a rarefação da zona da coroa. Com o tempo, estas áreas podem alargar-se e fundir-se, resultando numa calvície mais extensa.

Nas mulheres, a perda de cabelo tende a ser mais difusa, sem retração evidente da linha frontal. A densidade capilar diminui sobretudo na zona central do couro cabeludo, mas o contorno capilar é geralmente preservado. Saiba mais em Alopecia Androgenética Feminina.

Estas diferenças têm impacto na escolha e eficácia dos tratamentos, sendo fundamental uma avaliação individualizada.

Médicos Especialistas

Qual o preço dos tratamentos para a alopecia androgenética?

Os preços podem variar de acordo com o tipo de tratamento e complexidade.

Haverá sempre lugar a uma avaliação para que o médico lhe possa indicar o tratamento mais adequado ao seu caso particular e respetivo preço.

Para conhecer os preços médios dos nossos tratamentos capilares, consulte a tabela de preços.

O que dizem sobre nós

Onde fazer

Onde fazer o tratamento para a alopecia androgenética no Porto?

Poderá realizar os seus tratamentos na Living Clinic, que se situa na Av. da Boavista 117 6º, Sala 607, 4050-115 Porto.

Agende uma consulta para ouvir a nossa recomendação para o seu caso particular e esclarecer todas as suas dúvidas.

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